terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Eu me declaro culpada! (Downloads vs Aborto)

Hoje disseram-me uma coisa que me deixou quase atónica, quase triste, quase chocada, quase revoltada, enfim no mínimo preplexa! Eu prometi que não voltaria a tocar no assunto do aborto, mas não resisti, pois a situação que vou contar ser completamente ABSURDA!


Consta que o nosso governo quer acabar com os downloads ilegais e vai introduzir uma nova forma de combate a este fenómeno! Pelo que ouvi dizer, a partir não sei de quando, os agentes da autoridade vão andar munidos de uns aparelhos com um software especial que detecta nos mp3 se as músicas aí presentes são ou não resultado de downloads legais!
Ou seja, como toda (reforço toda!) a gente tem música ilegal nos seus mp3 e computadores, estamos mais que habilitados a sermos apanhados, multados, ou mais, a sermos punidos com pena de prisão que vai até 3 anos! Não acho normal!!!!

Se se recordam, 3 anos era a pena máxima que uma mulher que interrompia voluntariamente a sua gravidez se "habilitava" a apanhar (recordo que nenhuma! nenhuma chego a ser presa)...
Ora bem, isto merece reflexão!


Sim, porque eu sou criminosa por ter música ilegal no computador e no mp3, eu posso apanhar até 3 anos de prisão por ter estas músicas, enquanto que uma pessoa que mata, ou tira a vida ou impede que o seu filho nasça (utilizo as 2 últimas expressões para o pessoal pró-aborto que preferem utilizar os eufemismos da palavra "matar" quando se fala de aborto), é completamente despenalizada!!!
Sim, porque eu posso partilhar a cadeia com assassinos e criminosos e elas não!
Sim, porque eu posso ser humilhada num tribunal e ser tratada como uma criminosa por ter música ilegal e elas.... já não!!!
Sim, porque o governo e a sociedade consideram que uma pessoa que faz downloads ilegais é alguém criminoso e quem pratica um aborto não!!!
Sim, porque agora aquelas que não têm dinheiro (coitadinhas...!) já podem fazer abortos legalmente nos hospitais, sendo despenalizadas por isso, e quem não tem dinheiro para comprar CDs e tira as músicas da net... cadeia com eles!
É TRISTE!!!
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Se acham que o "ilegal" e o "clandestino" se resolve com a despenalização... despenalizem também os downloads como fizeram com o aborto... mas não! e sabes porquê? eu sei! é que assim, em ambos os casos (aborto e música) alguém fica sempre a ganhar com o "negócio"... e agora vou contar-te um segredo: nós, não somos...

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

de cabeça levantada....

"A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas." (Horácio)
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"Vencer não é nada, se não se teve muito trabalho; fracassar não é nada se se fez o melhor possível." (Nadia Boulanger)



"A vitória é mais doce quando se conheceu a derrota." (Malcolm Forbes)

Até mesmo quando nuvens tentam encobrir as nossas estrelas, elas estão lá! E brilham sempre da mesma forma... Pessoal vocês são grandes!

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Cúmulo da Semana


Algures, depois de decorridos alguns quilómetros na autoestrada do Algarve em direcção ao Alentejo, um carro pára na estação de serviço e mete a elevadíssima quantia de 15 cêntimos de gasolina.... o mundo está perdido =P

VITÓRIA!



Vai...

Para sonhar o que poucos ousaram sonhar.

Para realizar aquilo que já te disseram que não podia ser feito.

Para alcançar a estrela inalcançável.

Essa será a tua tarefa: alcançar essa estrela.

Sem quereres saber quão longe ela se

encontra;

nem de quanta esperança necessitarás;

nem se poderás ser

maior do que o teu medo.

Apenas nisso vale a pena gastares a tua vida.
(Paulo Geraldo)


Vitória!
Começaram a "sonhar o que poucos ousaram sonhar", e estão a realizar o que diziam que não podia ser feito. Não entrarão em euforias e exaltações exageradas, não irão desprezar, humilhar e muito menos menosprezar qualquer comentário ou equipa adversária. Seguirão o seu caminho, jogo a jogo, passo a passo. Assim, com humildade encararão o futuro com um só pensamento: que é difícil, muito difícil, mas que é possível, muito possível! Parabéns pela vitória de ontem. Vocês já são grandes!!!

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007


Pelo sonho é que vamos...

Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.

Chegamos? Não chegamos?

Haja ou não haja frutos,

pelo sonho é que vamos.

Basta a fé no que temos.

Basta a esperança naquilo

que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,

com a mesma alegria,

ao que desconhecemos

e ao que é do dia a dia.

Chegamos? Não chegamos?

Partim
os. Vamos. Somos.

(Sebastião da Gama)

Pois é pessoal, "pelo sonho é que vamos" rumo a um fim-de-semana que pode ser de sonho! Basta acreditar que são capazes, basta acreditar que é possivel e em cada jogada, em cada passe, lançamento ou acção defensiva, dar tudo... e pôr paixão, alegria, humildade e empenho em tudo o que fizerem! O basket feminino alentejano tem os olhos postos nas doze meninas que rumam para terras algarvias no sábado, e eu mais uma vez digo e volto a repetir que as estrelinhas podem dar nas vistas basta.... Brilharem! Boa Sorte Pessoal! Amo-vos! = D

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Pequena referência ao capitulo II

Não quero insistir muito no grande Principezinho, mas realmente é impossivel não fazer mais esta pequena referência a mais um dos mais belos capitulos do livro, cuja mensagem merece destaque e atenção... Já ficou mais que visto que nos últmos tempos este livro se tornou uma referência na minha atitude perante a vida e o meu modo de ver o mundo! É simplesmente mágico!

No segundo capítulo, o autor quer mostrar o que torna na realidade o principezinho diferente de todos os outros homens que ele conhecera até então. A persistência e capacidade de imaginação do principezinho, bem como o modo como acredita nas suas ideias, tornando-as reais.

"A verdade é que ele foi o único que até então conseguiu perceber o desenho da jibóia e do elefante do autor, que nenhum adulto conseguira perceber antes. As crianças têm muito mais verdade e capacidade de imaginação que os adultos, que muitas das vezes não percebem isso.

As crianças e os adultos não têm o mesmo tipo de relação com a realidade... Os adultos vivem e actuam fazendo por vezes coisas em que eles próprios não acreditam. Por exemplo, há pessoas que jogam o totoloto não acreditando que alguma vez lhe calhará o prémio só para terem a consciência tranquila quando pensarem que tentaram tudo para ser ricos e felizes e que não têm sorte nenhuma.
Já a criança, mesmo sabendo que é só sua imaginação, torna a sua fantasia real porque acredita nela e é feliz com ela
. E é esta a caracteristica que torna o nosso principezinho tão... especial..."

O principezinho ao contrário das "grands personnes" não liga aos números, ao exterior, ao aspecto, ao supérfluo. Para ele o importante não é o facto de viver no asteróide B612, que se encontra na galáxia "X", a "Y" anos luz da Terra, e que mal lá cabem ele, a sua rosa e os seus dois vulcões. O importante é ser o seu pequeno planeta, onde trata dos seus pequenos vulcões e onde protege e ama a sua preciosa rosa. A mensagem que ele pretende transmitir é que se crescer, evoluir, tornar-se adulto é desprezar a imaginação, o sonho, a verdadeira essência das coisas e substituí-la por percepções supérfluas, fúteis, filosóficas da realidade então ele não quer crescer... os adultos preocupam-se com horários, contas para pagar, trabalho, leis, dinheiro, menosprezam o mundo dos sonhos, da imaginação, o mundo onde tudo pode acontecer basta querer e acreditar!!!
Assim.... Eu tal como o meu Principezinho não quero crescer...! Nunca!

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

uma reflexão do conto mais belo...


"Este livro não é para crianças. É para as pessoas grandes. As crianças são crianças e as crianças gostam e as crianças vêem ovelhas dentro de caixas e as crianças preocupam-se com os espinhos que as rosas fabricam há muitos milhões de anos e com as flores e com as estrelas e com crepúsculos. E com coisas sérias. Mesmo sérias! As crianças não precisam que lhes ensinem a ser crianças. Mas as pessoas grandes…"

"A maior lição da Raposa é a de que somos responsáveis por aqueles que amamos e, sobretudo, por aqueles que cativamos, com quem criamos laços."

"Em muitas alturas da minha vida lembro-me do Principezinho. Chego à conclusão que realmente perdemos muito tempo com banalidades e esquecemo-nos das coisas simples que têm o grande poder de nos fazer felizes! Perdemos tempo com aparências, quando devíamos soltar o Principezinho que existe em nós e que teimamos em amarrá-lo num cantinho do nosso coração..."

"Vivo. Respiro. Cabelos, cachecol cor de ouro. O Principezinho. É que eu tenho uma rosa e uma raposa e elas cativaram-me. E eu sou responsável pelo que cativo. Para sempre..."

O Principezinho (capitulo XXI) a mensagem mais linda que conheço....

Nota: quem se achar demasiado "adulto" para ler esta postagem tem boas alternativas, vá ver o telejornal, o odisseia, o Canal História, conferir as contas que tem para pagar, fazer sudokus, decidir qual a ementa para o fim-de-semana ou ver quando é a próxima revisão do carro ou consulta médica, volte para o seu mundo tão interessante.... nós vamos continuar:

"E foi então que apareceu a raposa:
- Boa dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
[...]
- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exactamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
[...]
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
[...]
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro, disse a raposa, por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.
Foi o principezinho rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um qualquer caminhante pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (excepto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar."

Simplesmente... a Vida!


Sei que vou tocar num assunto extremamente delicado e controverso, mas conhecendo-me como conheço não poderia nunca não o abordar aqui, até porque a sua discussão é algo de muito recente. E como foi tão exaustivamente abordado e discutido em todo o lado nos últimos tempos eu vou somente dar a minha opinião e selar o tema.

Em primeiro lugar dizer que estamos todos de acordo quando digo que a vida é o maior e mais precioso de todos os dons que possuímos. À mulher foi lhe dado este maravilhoso privilégio, o dom de poder dar à luz e acolher ao longo dos primeiros nove meses de existência uma nova vida, que também é sua, que é “obra” sua…

É verdade que naturalmente a mãe não escolhe como e quando a gravidez acontece, mas se ela não escolhe, muito menos o filho opta por aparecer neste ou naquele momento da vida dos seus pais... Eu, tu, a tua família, os teus amigos, ninguém escolheu existir! Há de certo muitas pessoas que afirmam que se tivessem opção de escolha preferiam não existir. Mas também há de certeza muitos que não estam cá e que apesar de a sua vida à partida estar condenada à dor, ao sofrimento, queriam ter estado cá... Pois a vida é o que fazemos dela!
Uns de nós nasceram teoricamente com um futuro mais risonho que outros. Estamos todos de acordo quanto a isso... Porém, não é por isso que esses são na realidade e ao longo da vida mais ou menos felizes que os outros. Assim parece-me um pouco absurdo alguém impedir que o seu filho nasça e viva porque acha que não vai ser feliz, porque esta não é a melhor altura, ou muito egoisticamente, porque será muito difícil para mim criá-la, porque me estragará a vida...

Agora, e já que mais de 50% dos indivíduos do meu país decidiram liberalizar a prática do aborto, não posso deixar que ao menos "liberalizar" não signifique "banalizar"! Porque é algo tão mórbido, tão egoísta, tão deplorável, tão condenável, tão injusto, tão ridículo, tão lamentável, tão..... triste(!), que não se torne, hoje, nem amanhã, nem nunca(!) algo que não se condene moralmente, já que deixou de o ser judicialmente!

Eu sou pela vida... sempre! Aliás, acho que se pensarmos bem, somos todos, apesar de não pensarmos muito nestas coisas, ou simplesmente as ignorarmos...

o poder mágico da dádiva da...Felicidade...


Ora, eu nem acredito no titulo do segundo post, nem parece coisa minha vir filosofar sobre um tema socialmente tão banal e piroso (eu não acho!).

O que está feito, está feito e não vou voltar atrás...

Felicidade!
Uma opinião minha, nada do que escrevo é para impressionar ou comover outros...

Não há, acreditem, nenhuma felicidade verdadeira construída em nós mesmos!
A isso chama-se vaidade, egoísmo... felicidade é uma coisa muito superior a tudo isso.
Será uma espécie de estado que nos envolve, faz-nos transparecer uma calma, alegria, satisfação por existirmos... Só conseguimos alcançar este nível se estivermos vivos, bem connosco, com os que nos rodeiam: amigos, conhecidos, desconhecidos, o mundo...
Não existe ninguém que não se sinta feliz quando vê feliz os outros, e principalmente os que nos rodeiam. É a maneira mais simples para que nós mesmos sejamos felizes!
Quem não vibra quando oferece um sorriso, um conselho, um consolo, um carinho, ajuda, e sente que a outra pessoa do outro lado ficou melhor, feliz, alegre, calmo, ou tudo isto e muito mais. Sentimo-nos úteis e não pedimos nada em troca, porque sabemos que a nossa acção ou simplesmente a nossa presença tem um enorme poder. Sim um poder... o poder de com pouco de nós dar muito... Um poder verdadeiramente mágico a que todos temos acesso e que não utilizamos tantas vezes como poderíamos e devíamos.
Maravilhoso, é só o que se pode dizer... não existem os super heróis da tv e do cinema, mas nós existimos, estamos cá... temos este maravilhoso poder nas nossas mãos, podemos utilizá-lo quando quisermos, não se gasta... e ... pode-nos fazer sentir tão bem...
Dá-te!... um pouco, um pouco mais!... agora, daqui a bocado, amanhã... sempre! Receberás nem que seja um sorriso, vais-te sentir muito melhor... muito mais... feliz!!!

O inicio...



Bem, pode-se dizer que ainda não faço a minima ideia do porquê de este blog estar neste preciso momento a começar...

Talvez não passe de um pancada momentânea de quem se encontra de férias e não tem muita coisa para fazer, ou quem sabe de algo que me prenda e a que vou dispender um pouco do meu tempo.
No primeiro post não vou descrever-me fisica e psicologicamente, dizer de onde sou, o que faço, como gosto de passar os meus tempos livres... Para isso existem tantos outros sites e programas no louco mundo da internet... acho que não vou entrar por aí... este blog deve-se então tornar num daqueles com uma dúzia de textos, poemas, frases, noticias, comentários, anedotas, nem sei... como também não pretendo fazer dele algo de muito oficial, muito menos famoso... vou pôr o que me der na cabeça.. e que seja o que Deus quizer!

Aliás, como já disse isto deve ser algo que irei abandonar assim que arranjar algo mais interessante com que me entreter.. ou não... quem sabe?!

Esta é altura em que uma grande amiga minha diria: Que piroseira.... Coitada a rapariga ta passada! Deixa isto passa-lhe rápido!
Mas como eu normalmente não lhe dou ouvidos... continuemos... bem, vou dar por terminado este post que já está enormissimo! (eu não acho que não o leria noutro blog!! lol )